Qualidade sonora para repórteres de rádio

Gravadores de fita? Ou digitais?
Os repórteres de rádio têm também o compromisso de produção de bons materiais em termos de qualidade sonora, que “saia” um som limpo. Os gravadores que têm chegado às mãos da maioria dos repórteres atualmente são os tradicionais de fita mesmo.
Por Ricardo Carvalho Wegrzynovski

Há os digitais também, porém com menor aceitação devido à baixa qualidade de reprodução sonora da maioria. Há porém, os mais modernos que você baixa a sonora pelo cabo USB, sem passar pela híbrida tradicional, aí tem ficado com bom som.

Caso contrário, se tiver a mão somente um gravador digital desses comuns (média 100 U$), é importante plugá-lo num microfone que ficará mais direcional o som, ou tens que procurar o recurso para diminuir a sensibilidade, pois a maioria capta até som de passarinho cantando a 500 metros, ou seja, um papel que você ou o entrevistado mexa, acaba parecendo um vulcão em erupção.

Como a condição financeira e de acesso a tecnologia da maioria das rádios brasileiras é precária, restam dois caminhos aos repórteres: adquirir um gravador de fita, mas aquela fica cassete grande, pois o de fita pequena tem baixa qualidade; ou então o digital mesmo, acoplado num microfone. O ideal é ajustar a qualidade sonora no sound-forge, na barra de ferramentas Graphic EQ. Nesta ferramenta alternamos graves, agudos, volume e dá para tirar aqueles ruídos terríveis.

Quanto ao uso do celular, já bem disse Luciano Almeida aqui no Caros Ouvintes, “A telefonia celular ainda precisa desenvolver mais qualidade de chegada do sinal. É preferível, enquanto repórter, correr uns metros, poucos muitas vezes, e abraçar o bom e velho camarada de todas as horas, o orelhão. Dali a transmissão garante a manutenção de uma boa qualidade, quase sempre.”


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