Que, em 2010, a ficção, a das esperanças, se torne realidade

Quando éramos jovens e olhávamos o futuro desde as décadas de 1960 e 1970, parecia que o ano 2000 iria chegar em uma espaçonave dos Jetsons, dando um “Oi!” para o Elroy e brincando um pouco com o Astro.

Todos teríamos um amigo como o robô B9, aquele do “Perigo, perigo!”, do Perdidos no Espaço, do Will e do Dr. Smith. 

Viajar seria uma tranquilidade com o teletransporte de Jornada nas Estrelas, um tapinha camarada no Capitão Kirk, uma conversa lógica com o Sr. Spock, uma dúvida rabugenta do Dr. McCoy, um trago de bom uísque escocês com o Sr. Scott… Uma africana Uhura, um asiático Sulu e um russo Checov a mostrar que, neste futuro, haviam caído os preconceitos.

Honra, amizade, solidariedade e paz não seriam valores vazios.

Passou o tempo. Veio o ano 2000. E, agora, já lá se vai a primeira década do século 21. O futuro virou passado. A estas horas, pela série de TV, Will Robinson já é adulto e o robô deve ter enferrujado em algum planeta de isopor, tinta e fantasias de papel. O século da Federação dos Planetas Unidos, da Enterprise e do Capitão Kirk ainda não chegou. E afinal em que ano mesmo vive George Jetson às turras com o Sr. Spacely?

Mas, no horizonte, está mais um ano. E, como chega ao fim este, o de 2009, cabe refletir. Refletir e sonhar. Para que, afinal, em 2010, a ficção, a das esperanças, se torne realidade.

São os nossos desejos,

Elisa e Luiz Artur Ferraretto,
ambos ainda a procura de um robô B9 para alertar sobre os perigos do caminho.
Dezembro de 2009

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