Repórter fotográfico com atuação internacional será homenageado pela ACI

O fotojornalista Antônio Carlos Mafalda é o 2º nome anunciado para as homenagens do Encontro da Imprensa de Santa Catarina em Chapecó, previsto para dois de agosto.

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Mafalda cobriu revoluções na América Latina, conflitos no Oriente Médio e a guerra do Irã-Iraque. Tem participado dos maiores acontecimentos políticos do Brasil, dos anos de chumbo até a redemocratização do país. Suas lentes registraram viagens internacionais da seleção brasileira de futebol e quinze anos de Fórmula 1, incluindo o período Ayrton Senna.

A festa que a Associação Catarinense de Imprensa (ACI) realiza no primeiro sábado de agosto das 11 às 18 horas na sede campestre da Câmara de Diretores Lojistas – CDL, em Chapecó, reunirá cerca de 500 participantes entre empresários da comunicação e profissionais jornalistas, radialistas, publicitários, relações públicas, mídias, professores, pesquisadores estudantes, de todas as regiões do Estado e terá, como destaque, a homenagem a grandes nomes da comunicação barriga-verde pelo critério de distinção aos profissionais com 50 ou mais anos na atividade.

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Close up de Renato Gaúcho

O 7º Encontro da Imprensa Catarinense está sendo organizado pela ACI e MB Comunicação Empresarial/Organizacional com apoio da Câmara de Dirigentes Lojistas de Chapecó e conta com a coordenação geral do diretor regional Marcos Antônio Bedin e supervisão do presidente Ademir Arnon da Associação Catarinense de Imprensa.

Mafalda iniciou no jornalismo em 1969, fundando dois jornais no interior do Rio Grande do Sul: Jornal da Produção, em Carazinho, e Tribuna da Produção, em Palmeira das Missões transferindo-se em seguida a Zero Hora de Porto Alegre na década de 1970, onde atuou por 15 anos. Foi correspondente da RBS na Europa entre 1980 e 1982. De volta ao Brasil, trabalhou na Revista Senhor (SP), com Mino Carta, na Folha de São Paulo (SP) e nas revistas Afinal, Veja (SP) e Placar (RJ).

De 1987 a 1992, Antônio Carlos Mafalda foi editor de fotografia do Diário Catarinense, em Florianópolis, comandando o processo de introdução da cor nas páginas do jornal. Entre 1998 e 1999 respondeu pela editoria de fotografia do jornal O Estado, também em Florianópolis. Em 2001 fundou a Mafalda Press, agência de fotografia que introduziu um novo conceito no mercado de comunicação. A empresa fornece material a agências e jornais brasileiros e internacionais.

Roberto Carlos e Mafalda

Roberto Carlos e Mafalda em Porto Alegre

Atuou na Secretaria de Comunicação Social do Governo do Estado de Santa Catarina na administração de Paulo Afonso Vieira (1995-1999) e na primeira gestão de Luiz Henrique da Silveira (2003-2006), para onde retornou no governo João Raimundo Colombo.

Entre as coberturas jornalísticas mais importantes estão três Copas do Mundo, a queda do presidente Juan Maria Bordaberry no Uruguai e a derrubada da ditadura na Argentina. Foi o primeiro fotógrafo das “Diretas Já”, e das invasões do Movimento Sem Terra, no Rio Grande do Sul, pela Zero Hora.

Mafalda recebeu várias primeiras colocações em fotografia do Prêmio ARI (Associação Rio-Grandense de Imprensa). Foi o primeiro fotojornalista a receber o Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos (SP), em 1984, por foto publicada no jornal Zero Hora de Porto Alegre no ano anterior sobre a libertação da uruguaia Lilian Celiberti. (Com informações de Marcos Bedin e equipe da MB Comunicação Empresarial/Organizacional. Fotos Mafalda Press).

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