Resistindo ao tempo: Lembranças que marcaram época

Quem ainda usa disco de vinil, máquina fotográfica analógica e máquina de escrever?

O disco de vinil ganha força na era do MP3, as máquinas de escrever continuam fazendo barulho e as máquinas fotográficas analógicas ainda encantam muitos fotógrafos. São conclusões do documentário radiofônico “Resistindo ao tempo: lembranças que marcaram época”, é o  trabalho de conclusão de curso das acadêmicas de Jornalismo Daiane Aparecida da Silva Rodrigues e Minéia Danielle Dias, que será apresentado para a banca na terça-feira, 6/12, às 19 horas, no laboratório de rádio da Faculdade Estácio de Sá, em São José.

A tecnologia tornou-se necessária ao homem, modificando seus hábitos de vida. Mas não apagou lembranças que resistem ao tempo. Os discos de vinil estão seduzindo a nova geração e estão mudando o cenário musical. As máquinas de escrever tornaram-se peças de decoração, mas ainda são as velhas companheiras de trabalho de alguns profissionais. E as máquinas analógicas encantam fotógrafos de todas as áreas.

Daiane e Minéia

A resistência de alguns profissionais, a paixão ou o simples prazer em colecionar e utilizar estes equipamentos também  são abordados no documentário. As transições que ocorreram ao longo do tempo proporcionaram diferentes aprendizados e maneiras de olhar para os novos formatos. As inovações tecnológicas permitiram ao homem a rapidez nas informações, ganhando agilidade no trabalho.

E mesmo com todo o aparato tecnológico estes equipamentos resistem e ganham força em pleno século XXI. O documentário conta histórias de profissionais que vivenciaram esta transição e que permanecem resistindo ao tempo.
Contatos para imprensa:  Daiane Aparecida da Silva Rodrigues: 48 8466-7658 | Minéia Danielle Dias: 48 9923-6157 / 48 3035-3027.

Categorias: , Tags:

Por Antunes Severo

Radialista, jornalista, publicitário, professor e pesquisador é Mestre em Administração pela UDESC – Universidade do Estado de SC: para as áreas de marketing e comunicação mercadológica. Desde 1995 se dedica à pesquisa dos meios de comunicação em Santa Catarina. Criador, editor e primeiro presidente é conselheiro nato do Instituto Caros Ouvintes de Estudo e Pesquisa de Mídia.
Veja todas as publicações de .

Comente no Facebook

1 responder
  1. Agilmar says:

    Os discos de vinil não somente resistem ao tempo mas, sim, voltam com força total ao cenário artístico de seus admiradores e colecionadores como eu…
    Tenho uma preciosa coleção de discos de vinil (33 rotações), contendo composições de célebres compositores como, Beethoven, Mozart, Romski-Korzacov, Debussi, Puccini, Verdi, Saint-Saëns, Bizet, Mascagni, etc., além de melodias mais populares como uma coleção enorme de do Maestro francês, Paul Muriat, de Ray Conniff e muitas obras de Emrico Caruso, Beniamino Gigli, Di Stefano, Mário Lanza… dezenas de jóias desse tipo…
    Sabemos que o vinil ainda é, em que pese os chamados “avanços tecnológicos”, o mais puro e fiel som já encontrado em gravações. Levei mais de dez anos para encontrar um aparelho (toca discos) que pudesse me propiciar uma reprodução fiél e perfeita. E não foi em nenhum “ferro-velho” que fui encontrar o toca discos que tenho em meu apto. Fabricado nos EE.UU., adquiri, através de uma organização comercial de São Paulo, moderníssimo e novinho em folha, um belo aparelho completo que, com a amplificação que também adquiri, consigo “formar” uma orquestra absolutamente completa e me deliciar com tanta preciosidade… como se fosse um espetáculo de hoje. Além de um baixo duplo, mais cinco poderosos tuiters fazem um verrdadeiro milagre de se voltar hoje, ao que foi tão admirado ontem… Os DJs (disck-jokeis), segundo sei, “forçaram” a volta dos toca discos de vinil…

Deixe um comentário

Gostaria de deixar um comentário?
Contribua!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *