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Bar no Além

Luiz Henrique Rosa tingiu o bigodão com uma tira de espuma, molhando a “palavra” num chope hipergelado, abrindo o sorriso Mané para um brinde. Por Sérgio da Costa Ramos.

O dia em que o povo encarou o general

O ambiente de repressão da ditadura militar e o aumento do custo de vida foram combustível para a manifestação que nasceu entre estudantes da UFSC para ganhar apoio popular e a massa entrar em confronto com o presidente João Figueiredo em frente à sede do governo catarinense em 1979. Da matéria que ocupa sete páginas […]

Yamandú Paz: o mundo real está nas ruas

O violonista e cantor uruguaio Yamandú Paz que se apresenta nas ruas e praças do centro da Cidade é hoje um dos personagens do cotidiano ilhéu. Perguntado se pretende se fixar em definitivo no Brasil, ele sorri e diz que já se sente em casa. Apenas não tem documentação, mas como ele “se comporta bem”, […]

Consagração no aterro da Baía Sul

O ano de 1980 foi maravilhoso, com pelo menos um grande show por mês para a RBS, além dos showmícios para ambos os candidatos ao governo do Estado nos melhores lugares da Grande Florianópolis. Nessa época participamos da inauguração da Praça Tancredo Neves, reinauguração da Praça Nossa Senhora de Fátima, no Estreito, e no espaço […]

A Cidade Nasceu na Praça XV

A cronista Norma Bruno faz um passeio do tempo em que a área não passava de um descampado até hoje. Sobre o piso de petit pavê criado por Hassis em 1965 transitam estudantes e executivos apressados, volteiam turistas, ao redor da Figueira.

A imprensa merece uma estátua na Praça XV

Há que se cogitar a seguinte possibilidade: Cruz e Sousa, José Boiteux, Jerônimo Coelho e Victor Meirelles fugiram da Praça XV, onde não chamavam a atenção de mais ninguém.

Aqui “jaz” um Coreto

Caros leitores, sinto-me enlutada! Coberta por um véu negro a velar por mais um bem histórico à beira de um abafado sepultamento. Humm… Pode parecer uma representação excessivamente metafórica e abusada, no entanto é o que sinto ao deparar-me com lugares repletos de histórias, no entanto vazios e descolados do cotidiano da cidade, como o […]

Do cata-vento ao rádio digital 30

Sexta-feira, primeiro de março de 1957. Dakir Polidoro abre a seleção musical da Hora do Despertador, às sete horas da manhã, ao som de Zé Pereira, o hino nacional do carnaval brasileiro.

Do cata-vento ao rádio digital 22

Olá, bom dia! Viemos de longe, andávamos a esmo, quase perdidos. Hoje nos encontramos, nós somos daqui. Nossas almas são gêmeas, trazemos sonhos e esperanças para compartilhar.

Todos ao redor da Praça XV

O mundo tem lá seus caminhos imprevistos para chegar aos nossos sonhos. Vindo de Porto Alegre, desembarca em Florianópolis em 1942, o desempregado Ivo Serrão Vieira para se tornar o pai do rádio da capital de Santa Catarina. Embora chegando de Porto Alegre, Ivo Serrão Vieira é catarinense de São Francisco do Sul, onde nasceu […]