Ultravioleta é o futuro para o mercado de músicas e filmes

MILTON – Bom dia, Ethevaldo, como vai?

ETHEVALDO: Bom dia, Milton, bom dia, ouvintes. Tudo ótimo.

MILTON – Ethevaldo, hoje é sexta-feira, dia de falarmos sobre o futuro e você prometeu falar sobre futuro da música na nuvem em 2025.

ETHEVALDO: Vamos lá, Milton. Temos que lembrar um fato preliminar: a queda progressiva de venda de CDs e DVDs de música nos últimos 10 anos.

Não precisamos ser profetas para prever o fim desses formatos. Ou pelo menos sua redução extrema.

Entre as diversas causas da extinção de CDs e DVDs, estão, a internet, de um lado, e a pirataria, de outro. Na internet todos conhecemos novas opções para ouvir ou baixar música, como o iTunes, o Spotify e o YouTube. A tudo isso se soma a pirataria.

MILTON – Mas e o futuro? Quando poderemos comprar ou baixar música na nuvem?

ETHEVALDO: A rigor, o mundo já vive a infância da computação em nuvem, na venda de conteúdos musicais, com o chamado Projeto Ultravioleta. Já falamos dele aqui. Eu mesmo já comprei música e filmes dessa loja virtual.

É curioso, Milton. Você compra apenas o direito de ver e ouvir o conteúdo de filmes, DVDs, Blu-rays ou CDs. Não leva nenhum produto físico para casa, mas apenas um código de acesso que lhe permite ver as músicas ou filmes em até cinco dispositivos registrados – onde você estiver e a qualquer hora, via internet.

MILTON – Quer dizer que esse será o modelo ou o caminho para o mercado de música e filmes do futuro?

ETHEVALDO: Esse é um dos caminhos, Milton. Mas até 2025, deveremos ter muitos concorrentes do Projeto Ultravioleta e opções diferentes de comercialização virtual de conteúdos, como a compra de concertos em áudio de alta resolução, ou filmes em 8 K, ou em 3 dimensões sem necessidade de óculos.

MILTON – Até segunda

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