Um caso de amor por Floripa

Apaixonado por Florianópolis e pelo trabalho, o apresentador Hélio Costa diz que não consegue viver longe do mar e sonha com o dia em que poderá levar os netos para passear na ponte Hercílio Luz.

[ Saraga Schiestl ]

Encerrado o Jornal do Meio-Dia às 13h30, de segunda a sábado, Hélio Costa passa pelas portas do seu estúdio localizado no Morro da Cruz, no prédio da RIC Record, depois de uma jornada de trabalho que começou às cinco horas, na Rádio Record SC AM 1470. Simpático, cumprimentando todos nos corredores e, por vezes, ainda é surpreendido por grupos de fãs que o esperam para abraça-lo e tirar algumas fotos para levar de recordação. Foi por todo esse carisma, além da qualidade no trabalho em veículos do Grupo RIC (RIC TV, Notícias do Dia e Rádio Record) e o respeito pelos telespectadores, que o apresentador foi considerado pela pesquisa Ímpar/Ibope o segundo nome mais lembrado entre os catarinenses no ano de 2011, ficando atrás apenas do tenista Gustavo Kuerten.

Nascido há 57 anos no bairro Estreito, região continental de Florianópolis, Hélio apaixonou-se pelo jornalismo há 35 anos e desde então não fez outra coisa senão dedicar-se a levar informação às pessoas. Todos os dias ele pede licença para entrar na casa dos catarinenses na hora do almoço, em seu jornalístico diário exibido pela RIC TV Record. Em tantos anos de profissão, Hélio deixou sua marca principalmente na cobertura de assuntos ligados à segurança. Entretanto, pouca gente sabe que durante 22 anos ele se dedicou ao jornalismo esportivo. “Já passei por todas as editorias dos jornais, não consigo definir uma preferida”, revela o jornalista.

imagesEm tanto tempo de carreira, Hélio já teve propostas para trabalhar em cidades como Curitiba e também no interior de Santa Catarina. Porém, nenhuma das propostas foi adiante, por um motivo especial: o apresentador não consegue viver longe do mar de Florianópolis, cidade que ele carrega no coração, apesar de morar em São José. “Eu preciso ver o mar todos os dias”, garantiu Hélio, que não diz não saber escolher apenas um lugar preferido da Ilha. “Sou filho de pai nascido no Ribeirão da Ilha e mãe do Sambaqui, mas apesar disso eu fui conhecer a Lagoa só aos 21 anos, quando comprei o meu primeiro carro”, lembra Hélio, acrescentando que nas décadas de 1960 e 1970 os acessos dentro da Ilha eram precários, o que dificultava conhecer os cartões-postais da Capital.

Pai de cinco filhos e avô de quatro netos, Hélio diz que ainda guarda um sonho que gostaria de realizar com toda família: caminhar pela passarela da ponte Hercílio Luz.  “Quero levar meus netos para entenderem o que é Florianópolis vista de cima da ponte, de preferencia à noite”, disse o nostálgico apresentador, que torce pelo sucesso da restauração da ponte-símbolo dos catarinenses.

Floripa É | Texto: Saraga Schiestl | Foto: Victor Carlson | Matéria publicada originalmente em 30/03/2012 e reeditada em 22/03/2014

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Por Antunes Severo

Radialista, jornalista, publicitário, professor e pesquisador é Mestre em Administração pela UDESC – Universidade do Estado de SC: para as áreas de marketing e comunicação mercadológica. Desde 1995 se dedica à pesquisa dos meios de comunicação em Santa Catarina. Criador, editor e primeiro presidente é conselheiro nato do Instituto Caros Ouvintes de Estudo e Pesquisa de Mídia.
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