Uma palavra de despedida, apenas: morte

Nada poderia fazer prever a sua chegada inflexível e destruidora.
A Morte é a grande pergunta e a final grande resposta de todos os credos.
E perante os seus muros, frente às suas premissas que os cultos se definem…
E conforme as explicações que os cultos diversos trazem a seus adeptos que se vêm a firmar ou não as religiões…
Para os cristãos, por exemplo, é fundamental a mensagem de ressurreição, isto é, de que a morte não é o fim, mas metade do caminho, de que não é a negação total, mas a afirmação, iniciação da eternidade. Quem não acredita nisso não é cristão…

E outros credos também apresentam as suas próprias explicações, oferecem a cada criatura a sua própria alternativa ao único problema realmente grande e profundo que enfrentamos e perante o qual todos os outros desaparecem: Quem sou? Para onde vou? Que há em mim além do corpo, que passa? Que existe o lado de lá? Que acontece para além do além? Existindo uma vida sobrenatural depende dela e se interliga à vida terrena, aparentemente passageira, mas verdadeiramente continuadas uma e outra numa só existência, de que a morte não representa interrupção, mas capítulo indispensável intermediário.

0 respostas

Deixe um comentário

Gostaria de deixar um comentário?
Contribua!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *