Zélio Prado, não se pode enganar o torcedor

Carlos Golembiewski

O radialista nasceu em 1951 na cidade de Camboriú, em Santa Catarina. Para sobreviver, ele já fez de tudo na vida. Foi pedreiro, dono de farmácia e gerente de banco. Seus primeiros passos no Jornalismo foram dados em 1976, no jornal O Sul. Em 1980 começou a sua carreira na Rádio Camboriú AM, em Balneário Camboriú (SC). O convite veio do amigo Mello Filho, outro apaixonado pelas ondas sonoras. Zélio sempre foi comentarista desde que iniciou no rádio há 32 anos. Ele até tentou trabalhar dentro do campo, mas não deu certo.

Na cidade de Itajaí, litoral norte catarinense, Zélio Prado é conhecido como um radialista crítico e polêmico. Ele explica: “não se pode enganar o torcedor”. Versátil, na Difusora AM participa de um programa jornalístico no horário da manhã. Na Univali FM, da Universidade do Vale do Itajaí, faz comentários no programa Notícias Esportivas, que começa ao meio-dia e dez.

Na TV Univali é âncora do “Univali Esportes”, à uma hora da tarde. Durante o campeonato brasileiro faz free-lancer para a Rádio Guarujá de Florianópolis, comentando os jogos de Avaí e Figueirense. Além disso, tem uma coluna de esportes no jornal Diário do Litoral.

Zélio Prado se define como um “torcedor fanático do Marcílio Dias” – time de futebol mais importante da cidade. O radialista já fez coberturas esportivas internacionais. Esteve na Copa do Mundo de Futebol de 1994, nos Estados Unidos, pelas rádios Nereu Ramos, de Blumenau, e Camboriú, de Balneário Camboriú. Participou ainda de três edições da Copa América (Bolívia, Equador e Uruguai).

Referência

Depoimento de Zélio Prado dado ao jornalista Carlos Golembiewski em 14 de maio de 2012.

Enciclopédia do Rádio Esportivo Brasileiro, página 308. Santa Catarina.

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